terça-feira, 15 de abril de 2014

Minha poesia ao garoto esquecido pelo ventre amaldiçoado.

Manhãs.
Úmidas, densas e geladas condensadas pelo intenso prazer,
Viver no intenso afago do gosto doce e amargo
Por não ter se alimentado
Pelos amados abraços, dolorosos afagos de passos largos sem fim
Passando pelas folhas ao tom de desagrado dessa moléstia
Com está face tempestuosa branca e calma
A lua olha para mim
Achando que sem inspiração eu poderia
Estar correndo o risco dela cair por cima de mim
Com solavancos de desespero, eu olho com desprezo
Esse tumulto em negrito
Cada alma , cada grito
Esta lua afagou
Puxando pela carne o espirito 
Mostrando que sem gritos, não se geme nem causa dor
Então ela disse:
                            "MAMÃE JÁ ESTÁ AQUI, PODE MORRER"


Já que as pessoas comentaram tanto sobre o garoto que havia desaparecido, e sempre sendo negativas( não costumo ser negativa,penso que existe livre arbítrio e cada um deve saber a consequência de todos os atos), e dizendo que de nenhuma informação eu sabia querendo me julgar desinformada.Fiz uma poesia para o garoto, e minha opinião não mudara nada na vida de qualquer ser que está aqui ou se subiu a sua vida nos "céus".
A mãe tem o desprezo universal , e o garoto terá eternamente em si e em sua alma a dor  de não poder ser amado.Apenas isso. E a todos esperem que entendam a poesia.Está é minha opinião.

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